Tipos de Bibliotecários – O que faz um bibliotecário?

The offered me the office, offered me the shop
They said I’d better take anything they’d got
(…)
Career opportunities are the ones that never knock
Every job they offer you is to keep you out the dock
(The Clash – Carreer Opportunities)

O que um bibliotecário faz, exatamente, numa biblioteca? Me faço essa pergunta a esta altura do campeonato porque, às vezes me parece ser tanta coisa, que penso ser sempre necessário uma bela de uma equipe pra dar conta de tudo (e muitas vezes é mesmo). Mas acho que isso depende diretamente do tamanho da biblioteca em questão. É fato que só um bibliotecário pode dar conta de uma biblioteca pequena ou mais especializada, com a diferença é que é mais trabalhoso fazer tudo sozinho. Mas em bibliotecas de médio ou grande porte, tipo empresariais ou universitárias, acho que um bibliotecário apenas – ou dois – deve complicar o meio de campo.

Imagino que as pessoas escolham o curso de biblioteconomia por vários motivos, sendo o principal deles prestar concurso, claro. Digo isso pois quando os professores perguntavam para gente na primeira fase o que pretendíamos com o curso, essa foi a resposta que mais ouvi e noto agora na sétima fase que ainda existem colegas preparando-se para concursos. Outras o escolhem pelos mais variados motivos, sendo as respostas mais comuns: porque já trabalham (ou trabalharam) em bibliotecas e querem se especializar pra entrar no mercado de trabalho de vez, porque não sabem bem o que vão fazer da vida, por que gostam de ler (haha) e também porque são tímidas e tentam o curso achando que vão trabalhar apenas com livros, sem precisarem interagir com muitas pessoas. Devem existir outros motivos, mas eles são menos comuns e eu não os conheço. Mas depois de algum tempo de curso as pessoas descobrem coisas, fazem alguns estágios, têm experiências diferentes e acabam “se encontrando” (ou não). Isso de “se encontrar” é uma questão um pouco mais difícil e complicada…

No blog Bilingual Librarian da Stephanie Rocio, ela menciona brevemente no post “Então você quer ser bibliotecário?” que existem tipos diferentes de bibliotecários (catalogadores, de referência, circulação,  para adolescentes e bibliotecários escolares).  Acho que aprendi sobre os diferentes tipos de bibliotecas (públicas, escolares, acadêmicas, especializadas), mas não sei se isso foi o suficiente, pois queria saber mais especificamente sobre os profissionais mesmo por exemplo: que tipos e quantos profissionais bibliotecários trabalhariam dentro de uma biblioteca universitária por exemplo?

No site do DirectoryM encontrei um breve post falando sobre os tipos de bibliotecários, mas ele também foi muito voltado mais para os tipos de bibliotecas do que para os profissionais em si, então às vezes me parece que há uma certa confusão nesse sentido. De qualquer modo, vou tentar listar aqui alguns tipos de bibliotecários que eu imagino que existam, seja pelo tipo de biblioteca em que trabalham ou pela sua atividade específica dentro da biblioteca. Espero não esquecer de nenhum tipo, mas caso esqueça, os comentários podem me ajudar a atualizar o post e melhorá-lo.

Tenho uma idéia para outros posts que é a de entrevistar alguns dos meus colegas que fazem estágio já há algum tempo – e também pessoas que conheço que trabalham na área – e perguntar como é feita a divisão do trabalho nas bibliotecas em que atuam, quais são as práticas, etc. A listagem que fiz aqui não é um texto original, mas sim uma mistura de textos que encontrei na Wikipédia e em outros sites, junto com opiniões minhas. Ao longo da graduação (ou às vezes até mesmo antes dela, se você tiver sorte, acho) imagino que a gente acabe se identificando com algum dos tipos de bibliotecários que listei. Às vezes não nos identificamos com nenhum deles, mas aí a história é outra… rs

A Evolução dos Bibliotecários

Segue a lista:

Bibliotecários Acadêmicos ou Universitários - Seriam – deveriam ser – a continuação dos bibliotecários escolares, nas bibliotecas universitárias. Bibliotecários acadêmicos geralmente coordenam  uma série de atividades referentes ao ambiente universitário (eventos, palestras, oficinas, cursos) e organizam as informações, desenvolvendo coleções de acordo com o curriculum universitário. Geralmente as bibliotecas universitárias são as maiores, desenvolvendo-se até mesmo em biblioteca setoriais, formando um sistema de bibliotecas, pra melhor abarcar o acervo de acordo com os departamentos e/ou centros de ensino. Além dos serviços correntes que existem em bibliotecas – acervo especializado de livros raros e históricos, teses e dissertações, serviço de referência, etc. – algumas bibliotecas deveriam preocupar-se com a questão de liberdade intelectual, apesar de me parecer que isto – infelizmente – ainda não é uma questão para as bibliotecas universitárias no Brasil, acontecendo mais nos Estados Unidos.

Bibliotecários de Ação Cultural - A ação cultural é mais frequente em bibliotecas públicas e também em centros culturais. O bibliotecário que atua com Ação Cultural, é consciente de sua dimensão educativa e política e visa transformar e operar mudanças na realidade da comunidade onde está inserido. Além da comunidade, seu relacionamento também pode se estender a movimentos sociais, engajando-se em projetos amplos com o objetivo de integrar a comunidade como um todo. Enquanto o bibliotecário de Instrução ensina e auxilia os usuários, o bibliotecário de Ação Cultural faz a mediação entre a comunidade e o projeto a ser desenvolvido, tratando usuários não como receptores apenas, mas como sujeitos da criação cultural. É interessante o papel de desalienação da cultura de massa e busca de uma identidade cultural própria, que pode surgir de uma idéia do bibliotecário de Ação Cultural. Em seu papel de líder, o agente deve recorrer às possíveis fontes de recursos a fim de viabilizar a implementação dos projetos, seja através de órgãos governamentais ou entidades privadas, valendo-se das leis de incentivo à cultura. Tirei estas informações do texto Ação Cultural: possibilidades de atuação do bibliotecário.

Bibliotecários de Desenvolvimento de Coleções - Acho que estes são os mais ‘administradores’ e/ou gestores dos bibliotecários e acredito que este tipo de planejamento geralmente é feito pelo bibliotecário-chefe, que também tem outras atribuições e responsabilidades. Meio raro ter uma equipe ou uma pessoa que lide exclusivamente com isso, mas talvez exista e eu desconheça. Tem gente que acha que o desenvolvimento de coleções compete apenas ao bibliotecário, outros que acham que compete à comunidade, aos usuários da biblioteca em questão e né, claro, eu sempre acho que tem uma terceira via e que tudo deve ser equilibrado. A seleção de livros, periódicos, fontes eletrônicas e outros materiais precisa de um monitoramento. Posições que lidam com orçamento são complicadas e todos os planos para aprovação tem que ser muito bem justificados para que alguma decisão que envolva certos recursos seja acatada.

Bibliotecários Escolares - Desde o início do curso nos dizem que precisamos trabalhar na biblioteca que mais tem a ver com o nosso perfil de personalidade. Para se trabalhar em uma biblioteca escolar, não tem muito jeito: pré-requisito básico é gostar de crianças e pré-adolescentes. Geralmente bibliotecários escolares trabalham em conjunto com professores – e às vezes também de forma muito parecida, como professores – estimulando a leitura e ajudando as crianças com o uso de ferramentas da internet. As atividades de um bibliotecário escolar são coordenadas de acordo com o currículo, embora não devam ater-se apenas a ele. Uma biblioteca escolar tem acervo especial com material diferenciado  – gibis, revistas para crianças, etc – e programas voltados para crianças, focando também a interação com os pais.

Bibliotecários Especiais - Bibliotecários especiais são diferentes de bibliotecários especializados por suas preocupações serem ainda mais específicas. Bibliotecários especiais estendem seus serviços e benefícios a outras parcelas da comunidade, provendo serviços informacionais e culturais para grupos de minorias, tais como pessoas com deficiências (auditiva, visual, mental, etc), estrangeiros, alguns grupos de movimentos sociais, comunidades desamparadas ou de baixa renda, prisioneiros e transgressores, sem teto e comunidades rurais.

Bibliotecários Especializados - Trabalham em bibliotecas de medicina, odontologia, direito, artes, em grandes acervos de fotografias ou em bibliotecas de empresas particulares. Tive uma experiência de 4 meses em uma biblioteca de uma empresa de engenharia e percebi que é um trabalho que demanda um alto nível de comprometimento com a empresa ou área com a qual você está lidando, sendo necessário um alto senso de cultura organizacional, enxergando a área específica na qual você está trabalhando de um modo mais sistêmico, holístico mesmo. Ou seja, o trabalho de gerenciamento da biblioteca é importante? Sim, é, mas o bibliotecário especialista não deve focar-se apenas nele se quiser ser bom. Basicamente, qualquer área do conhecimento pode ter seu próprio bibliotecário, basta a pessoa ter interesse pela área em questão e ser motivada.

Bibliotecários de Instrução - Auxiliam com o letramento informacional de usuários em aulas presenciais e/ou através da criação de objetos de aprendizagem online. Instruem usuários a encontrar, avaliar e usar a informação efetivamente, usarem determinados programas e bases de dados, ou indicam quais são as normas (ABNT, Vancouver, etc.) mais utilizadas e aceitas para apresentação de pesquisas ou trabalhos acadêmicos. São mais comuns em bibliotecas acadêmicas.

Bibliotecários de Processamento Técnico - Estes seriam os profissionais que trabalham “nos bastidores” da biblioteca, com catalogação, classificação e indexação de todos os materiais do acervo.  Por ser um trabalho muito recluso, repetitivo e que lida com  uma série de materiais auxiliares (AACR2, CDD, CDU, Cutter-Sanborn), ele tende a ser menosprezado por quem tem uma personalidade mais ativa e crítica, como coisa que “qualquer pessoa ensinada pode fazer”. Concordo que até pessoas não ensinadas podem trabalhar com processamento técnico, mas a maioria  – dada a oportunidade – simplesmente não se dará a este trabalho (ao menos não numa biblioteca física, rs). Quem é bibliotecário faz isso por que gosta, por que acha curioso descrever itens diferentes, porque acha o processo de classificação algo criativo, por mais que aparentemente não seja.  E quem considera estas coisas inúteis é porque talvez tenha preocupações muito mais nobres que estas. Pessoalmente, considero este tipo de serviço o núcleo, pois se eles não existissem tais como são, a biblioteconomia provavelmente se descaracterizaria e se tornaria outra coisa que talvez ainda não exista (que é o que provavelmente acontecerá, algum dia). Aliás, foi justamente aprender como funciona o processamento técnico que me motivou a fazer o curso de biblioteconomia. Mas também acredito que organizar informação é apenas mais uma parte de todo um processo e não o processo principal ou ainda, o menos importante. É apenas essencial  – pra não dizer, o mínimo – para uma biblioteca (física) que se pretende razoavelmente organizada.

Bibliotecários de Referência ou de Pesquisa- Trabalham diretamente com o público, com pessoas de todas as idades e vários tipos de materiais. Ajudam as pessoas a realizar levantamentos bibliográficos para uma pesquisa e encontrarem as informações que precisam, muitas vezes através de uma conversa estruturada,  tipo uma entrevista de referência. A ajuda pode tomar forma de pesquisa sobre uma questão específica, promovendo um uso mais direcionado de bases de dados e outras fontes eletrônicas de informação. O bibliotecário de referência ainda pode obter materiais especializados de outras fontes ou prover acesso a materiais delicados ou raros.

Bibliotecários de Restauração - Alguns cursos – inclusive o curso de biblioteconomia da UFSC, há alguns anos – ofereciam disciplinas optativas de restauração de livros, especificamente. Esta disciplina não consta mais no currículo e também tem se tornado rara nos cursos de graduação talvez pelo baixo interesse e também por conta dos materiais de restauro, que são caros. Mas por incrível que pareça, ainda tem gente que faz restauração de livros. Algumas pessoas nem chamariam de bibliotecários, mas talvez bibliófilos-restauradores que entendem de técnicas de restauração de livros antigos. As pessoas que trabalham com isso compreendem que, além do apego sentimental aos livros – que muita gente ainda tem -  questões como a preservação e a memória também tem sua relevância, em alguns contextos.

Bibliotecários de Sistemas - Desenvolvem, reparam e mantém os sistemas de bibliotecas, fornecendo bases para a organização das informações a partir do computador, sejam elas feitas por bibliotecários ou usuários. O trabalho de um bibliotecário de sistemas pode incluir o catálogo, bem como outros sistemas relacionados, tendo como principal foco a qualidade na recuperação das informações e auxílio no desenvolvimento de interfaces amigáveis que auxiliam na autonomia de usuários, na busca por informações. Para este tipo de bibliotecário, conhecimentos de informática (bancos de dados, sistemas operacionais, programação, software livre, etc.) não são apenas desejáveis como inatos – não aprende-se isso no curso de biblioteconomia: usa-se o que já se aprendeu (de um modo ou outro, às vezes com autodidatismo mesmo) para aplica o que já se sabe ao que se aprende ao longo do curso de biblioteconomia. Mas isto é só o que eu acho, enfim…  Tudo o que escrevi aqui encontrei em um pdf. da FURG, que fala um pouco sobre o bibliotecário de sistemas.

Bibliotecários Virtuais - Ou em inglês, os weblibrarians (pois pessoalmente não gosto da palavra cibertecário). Como exemplo de biblioteca virtual que me lembro de primeira, é a  Biblioteca Virtual do  Governo do Estado de São Paulo, onde trabalham os colegas @weblibrarian e a @refazioli. De acordo com a descrição que encontrei, bibliotecários virtuais administram bases de dados e trabalham para organizar e preservar uma série de informações que encontramos disponíveis online. Esses bibliotecários são tipicamente classificados como Arquitetos da Informação e este tipo de trabalho pode ser bastante inovador, principalmente quando aplicado em conjunto com bibliotecas físicas. Eles podem desenvolver meios novos e incomuns de arquitetura de informação e linkar dados de uma fonte com outra.

Biblioterapeutas - As áreas interdisciplinares que corroboram com a Biblioterapia geralmente são a enfermagem e também a psicologia.  A biblioterapia pode ser conceituada como a prescrição de materiais de leitura com função terapêutica. A prática biblioterapêutica pode ser utilizada como um importante instrumento no restabelecimento psíquico de indivíduos com transtornos emocionais. O foco do biblioterapeuta é bastante  voltado para os pacientes que estão sendo atendidos, e as atividades de biblioteca (administração, processamento, gestão), apesar de também serem importantes, ficam sempre em segundo plano.

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Ainda existe também a discussão de bibliotecários que trabalham como arquivistas e documentalistas, – e na Wikipédia também diz que arquivistas podem ser “bibliotecários especializados que lidam com material arquivístico, tais como manuscritos, documentos e gravações, embora isso varie de país para país, e existam outras rotas para a profissão de arquivista” -  e toda aquela discussão sobre os “profissionais da informação”, que trabalham nas “unidades de informação”, mas acho que este não é o propósito deste post.

Entendam que este não é um post que define nada… Estes tipos de bibliotecários não são “definitivos” como a táuba(sic) dos dez mandamentos não.

Só criei este o post por que 1. Sou curiosa 2. Notei que algumas pessoas procuram e acham o blog por expressões de busca como “o que faz um bibliotecário” ou “tipos de bibliotecários”, 3. Notei que não havia nenhum post com informações suficientes sobre isso. Simples assim.

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Sobre Dora

Sonhadora. Curiosa. Bibliotecária.
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39 respostas para Tipos de Bibliotecários – O que faz um bibliotecário?

  1. Olá, Dora!
    Gostei muito do teu blog: criativo, inteligente, perspicaz (características que certamente refletem a personalidade de sua criadora) – a Biblioteconomia brasileira precisa e merece profissionais com esse perfil.
    Também sou bibliotecária e atuo em 2 setores: o Processamento Técnico, que comentaste no post, e um outro setor da Biblioteconomia que não foi citado: a de Bibliotecário de Coleções Especiais e Obras Raras.
    Sobre Bibliotecários de Processamento Técnico, concordo com tua posição e acrescento que sinto falta de publicações, sites especializados e listas de discussões nacionais voltados para a pesquisa e o desenvolvimento de padrões de catalogação e classificação. Atualmente há bastante discussão em torno das linguagens de representação da informação, mas muito pouco tem se falado sobre MARC, RDA x AACR2, CDU (a última edição da CDU, lançada em 2007, veio repleta de erros, inconsistências, e ninguém comenta absolutamente nada…). Pelo que venho acompanhando, vi que alguns poucos profissionais em São Paulo estão trabalhando com a questão da RDA desde o seu surgimento (especialmente a Prof. Plácida Leopoldina, da UNESP). Comento isso porque me interessa bastante o assunto, gosto da área de processamento técnico (especialmente a representação descritiva), coordeno o setor da biblioteca onde trabalho e como profissional me sinto na obrigação de estar sempre atualizada (impossível estar atualizada em todas as áreas, mas no mínimo a minha área de atuação, por favor…), e sempre que preciso saber do que há de mais recente na catalogação e classificação, sou obrigada a recorrer aos sites internacionais, principalmente norte-americanos.
    Bem, mas voltando ao segundo setor que comentei que trabalho: o de Bibliotecária de Coleções Especiais e Livros Raros. Sempre tive interesse em coleções antigas, históricas, mas somente em 2003, após realizar um curso na Biblioteca Nacional, resolvi investigar o tema mais a fundo e, em 2005, entrei com um projeto sobre livros raros no mestrado. Só posso te dizer que é uma área fascinante e que ainda há pouquíssimos profissionais no Brasil trabalhando e pesquisando esse tema.
    É preciso ter paciência para trabalhar com livros raros (a catalogação é mais demorada), ser bom observador (reparar em todos os detalhes da obra), ter bons conhecimentos de história (especialmente sobre a história do livro) e de idiomas (a maioria dos impressos antigos está em língua estrangeira), ler muito sobre o assunto, conhecer as experiências de outras bibliotecas no que diz respeito ao tratamento de suas coleções especiais e poder contar com a ajuda de especialistas sempre que necessário (é impossível saber tudo sobre todos os assuntos…).
    Bem, acho que era isso. Queria somente compartilhar contigo meus pensamentos.
    Um abraço e felicidades em 2011!

    • Aline disse:

      Adorei seu comentário Márcia. Sou aluna do 4º período de Biblioteconomia e estava fazendo uma pesquisa para um seminário sobre processamento técnico, quando encontrei esse blog. Nesse momento do curso estou estudado a disciplina Representação Descritiva III e Temática I (aprendendo a usar a famosa CDD). Sou bastante simpática a parte das representações. Principalmente a representação temática. Aproveito para parabenizar a Dora pelo blog.
      Abraços!

  2. Gustavo disse:

    Ótimo post!!! Muito legal.

  3. Roseli disse:

    Oi Dora!
    Parabéns pelo seu blogue. Precisamos casa vez mais de espaço como esse para discussão e divulgação de nossa área. Gostei demais de seu texto e, sendo bibliotecária escolar, me vejo fazendo um pouco de cada coisa que você descreveu. Aqui, faço todo o serviço técnico sozinha além de atender alunos auxiliando-os em suas pesquisas, atendo os professores, pais de alunos, dou sugestões de leitura e também faço empréstimo/devolução de livros.
    Quando necessário faço pequenos restauros, alimento a página do site da biblioteca…enfim, trabalho é o que não falta. Ainda bem pois ficar sentada fazendo nada não é comigo mesmo. A biblioteca tem de ser um espaço dinâmico e interativo caso contrário, é só um depósito de livros. Aproveito e te convido a conhecer meus dois blogues. Desde já um ótimo 2011 pra você.
    Abraço,

    http://bibliotequiceseafins.blogspot.com

    http://sonhosmelodias.blogspot.com

  4. Dora,
    Gostei do Blog, muito criativo.
    Apenas gostaria de acrescentar na definição de Bibliotecários Acadêmicos ou Universitários o papel importante dos mesmos na construção dos grandes repositórios de documentos científicos das universidades, o que tem permitido que as mesmas ganhem posições no ranking das universidades na Web. Os bibliotecários vem sendo os principais designers, promotores e gerenciadores dos repositórios institucionais e apoiadores do movimento do acesso livre a informação científica.

  5. Muito bom o texto. Mega parabens!

  6. Pingback: Questões de Referência | Dora Ex Libris

  7. Ola! Dora
    Adorei descobrir o seu blog, fui navegando e assim li vários post. Resolvi deixar um comentário nesse post para marcar presença e dizer que agora esse blog faz para dos meus RSS.

  8. A Matéria é Super Bacana! Parabéns Dora! :)

  9. A matéria é muito boa, elucidando a práxis da nossa profissão. Parabéns Dora, seu blog é um luxo!!!

  10. Helena Carvalho disse:

    Muito bom post! bem atual!

  11. Pingback: Sobre o futuro dos livros, das bibliotecas, dos leitores… | Dora Ex Libris

  12. Pingback: Por que escolhi biblioteconomia? | Dora Ex Libris

  13. Angela Saadi disse:

    Muito bom, adorei seu blog!
    Você descreveu perfeitamente os tipos de bibliotecários, me enquadro como “Bibliotecária de processamento técnico”, e o que você diz a respeito, é justamente o que acontece na maioria das vezes.. Não há a valorização devida para este tipo de serviço, que não é tão simples como se pensa.. senão seríamos meros digitadores (já ouvi isso!).. rsrsrsrs

    Beijo grande e sucesso!

    • Dora disse:

      Oi Angela :)

      E se formos parar pra pensar, existem bibliotecários que desempenham até mesmo duas ou mais das funções que estão descritas aí… Não é fácil pra ninguém…

      Beijos

  14. Pingback: Curiosidades sobre bibliotecas: Tipos de bibliotecários « Biblioteca da Faculdade de Letras UFRJ

  15. Bem pertinente sua postagem , aproveito para convidar a todos para visitar o http://www.biblioteconomiadigital.blogspot.com

    Foco sempre!

  16. Essevalter disse:

    Dora, que texto excelente!!! Parabéns.

  17. Pingback: Isto não é uma biblioteca | Dora Ex Libris

  18. Olá, não sabia que um Bibliotecário poderia trabalhar em tanta coisa! Estou no 1º ano do Ensino Médio, ainda pensando qual faculdade farei. Biblioteconomia é uma das minhas opções, gosto de livros, de lê-los e de cuidar deles.
    Post muito informativo, me ajudou, obrigada.

  19. clara disse:

    adorei o seu post, e geralmente tenho essas dúvidas em relação aos bibliotecários.

  20. Pingback: O que se faz em uma biblioteca? | Dora Ex Libris

  21. Pingback: Perguntas que não calam | Dora Ex Libris

  22. selmamotta de paula disse:

    dora, obrigada por suas respostas, estava precisando que alguem me ajudasse , e voce me ajudou.

  23. Janaina disse:

    Olá Dora,estou pra fazer um curso técnico de Biblioteconomia e este seu post me ajudou muito saber melhor esta´área

  24. Francisco Lopes disse:

    Dora,
    Parabéns pelo seu blog!

  25. Pingback: Eu sou bibliotecária! « L. Inafuko ;}

  26. Yanet Sánchez disse:

    Dora, adorei o seu blog, sou Lic. en Bobliotecologia há 1o anos e realmente dificil definir cada um dos postos do Bibliotecário e sobre tudo fazer entender a nossa sociedade qual é o nosso papel dentro do universo da informação. Vivo em Angola, trabalho numa Biblioteca acadêmica e não contamos com o apoio suficiente para o desenvolvimento da nossa actividade. A especialidade não é bem conhecida e o mias triste é que a informação não é valorizada. A minha missâo é divulgar a nossa actividade e poder ajudar a minha instituição a cumprir o seu principal objectivo dar apoio científico-técnico, de investigação nas diversas áreas acadêmicas que aquí se estudam.
    Preciso da vossa ajuda, no que compete a Cursos de post-graduaçao na área de Processos Técnicos e Gestão do Acervo, favor enviem facturas proformas e programas. Preferivelmente no Brasil e Portugal. Deixo o meu e-mail ao seu dispor. Obrigada.

  27. Ruthinha disse:

    Muito bom o seu texto. Gostei dos: bibliotecários especiais, e de ação cultural :)

  28. Caracas! Tátu do completo. Bom trabalho colega! Valeu mesmo!

  29. francislany disse:

    nossa me ajudou muito na minha pesquisa obrigado

  30. eeeeu disse:

    será que no futuro ainda existirão bibliotecários? vocês sabem que hoje em dia fazer as coisas online é a bola da vez? obrigado a quem responder

  31. Ineida disse:

    Com certeza cada vez mais existirão Bibliotecarios, especialistas em informação, pois a demanda em “informação’ e sua aplicação no mundo virtual é crescente e nos bastidores dos bancos de dados, etc; “alguém como o Bibliotecario” gerencia alimentando e organizando TUDO! Ele gerencia qualquer informação e para um público específico! Atualmente é uma classe das mais atualizadas e capacitadas.

  32. Pingback: Leituras fundamentais para um bibliotecário | Mauricio Amormino Jr.

  33. Aline disse:

    Olá Dora :) maravilhoso o seu post, porém gostaria que você me ajudasse a entender a diferença entre o curso e a carreira de um bibliotecário que fez curso técnico e outro que fez o bacharel, pois estou pensando em fazer o técnico mas não sei se vale apena por ser apenas 2 anos e tal.
    Abraço!

  34. Luana Carvalho disse:

    Adorei seu post, não só me tirou dúvidas sobre a profissão que estou pensando em me especializar, como tb matou minha curiosidade sobre as especialidades. Obrigada :)

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